domingo, 13 de março de 2011

É rotina agora???

Motorista atropela ciclistas e foge na zona norte de Porto Alegre

As duas vítimas foram levadas ao Hospital Cristo Redentor

Dois ciclistas foram atropelados por um Tempra branco na Avenida Assis Brasil, zona norte de Porto Alegre, neste domingo. O motorista do veículo fugiu do local.

Geovani Rosa Nunes, 34 anos, e Ivanir Francisco Pereira, de 46, foram levados com ferimentos para o Hospital Cristo Redentor. Tiveram lesões na cabeça e escoriações em diversas partes do corpo.

De acordo com testemunhas, a dupla foi arremessada para cima após o choque e teria caído em cima do para-brisa do veículo, que acabou quebrando. O motorista teria parado alguns metros depois para puxar parte do vidro danificado e seguido em alta velocidade em direção à freeway.

Segundo o relato dos feridos aos policiais que atenderam a ocorrência, o veículo não estaria trafegando numa velocidade acima do permitido na via no momento da colisão. O trecho onde ocorreu o atropelamento possui três pistas e estava com baixo fluxo, segundo testemunhas.

Os ciclistas estavam bem próximos do cordão da calçada quando foram atingidos. Ainda de acordo com pessoas que viram a ocorrência, o automóvel teria ido em direção aos ciclistas.

Integrantes da Delegacia de Trânsito localizaram o proprietário do veículo, que reside em Montenegro. Ele disse que vendeu o carro há seis meses a uma revenda da capital, que vai informar amanhã à Polícia o nome do comprador.

Fonte: Rádio Gaúcha/Clikrbs

quarta-feira, 9 de março de 2011

Na terra e no mar

Este feriado de carnaval foi extremamente trágico no trânsito, com uma curiosidade, no mar também. É lamentável essa nossa indignação impotente. Choramos pelas vítimas, mas não temos ATITUDES DE MUDANÇA. 
No acidente entre o caminhão  e o ônibus, o que aconteceu: imperícia do condutor?  Dimensões da pista?  Excesso de carga? Imprudência do condutor? Deve-se averiguar. Só não podemos responsabilizar o acaso, o azar.
Mas o mais importante é prever através de estudos, estatísticas, condições de acidentalidade e, antecipar a ponto de não haver mais "acasos". Há três anos atrás, na mesma rodovia, outras 27 (VINTE E SETE) PESSOAS, também perderam a vida. E se não tomarmos ATITUDE, estaremos chorando por outros tantos daqui uns anos.
Ao mesmo tempo, em Camburiú, uma menina de 11 anos, irmã de uma amiga querida, foi atropelada junto com outras 8 pessoas no mar, em cima de um "Banana Boat", por uma lancha. Em depoimento a capitania dos portos, o piloto da lancha, o juiz aposentado Disney(Que ironia) Sivieri, declarou que o condutor da outra lancha que puxava o brinquedo atravessou-se na frente! Perguntas: Com prática de 10 anos, como declarado pelo próprio filho em entrevista, não seria imprudência navegar em velocidade imprópria pelo fluxo de banhistas? Com tanta experiência, não observou o local que o brinquedo realiza diariamente, várias vezes ao dia? Não seria ingenuidade pensar que acreditaremos que não foi pedido à ele, o teste de bafômetro(etilômetro) num acidente de tal gravidade? Ou devemos acreditar que os 11 METROS DE LANCHA, o faz ser superior aos demais? (vejam entrevista publicada em edição anterior neste Blog, com o antropólogo Roberto Damatta, que aborda o assunto dos DESIGUAIS)
Excelentíssimo senhor juiz, se alguém atravessar a via que o senhor estiver conduzindo seu veículo em terra, o senhor também passará por cima? Devemos nos cuidar para nunca cruzarmos em sua frente? É lamentável que alguém que passou a vida julgando semelhantes, seja INCAPAZ de admitir seu próprio erro. É provável que não aconteça  nada ao jurista, pelo próprio cooperativismo da classe, mas não gostaria de estar em seu lugar e, olhar para qualquer criança e lembrar da que o senhor tenha machucado. Luz e Paz para a Tamara e sua família.
Até a próxima

sexta-feira, 4 de março de 2011

Blitze devem ficar mais rigorosas na Capital este mês

Novo modelo vai multar motoristas que se recusarem a fazer o teste do bafômetro


As Blitze da Lei Seca ao volante realizadas na Capital deverão ficar mais rigorosas a partir deste mês. O novo modelo de fiscalização estabelece que todos os motoristas parados nas barreiras serão convidados a soprar o bafômetro. Quem se recusar, terá a carteira recolhida e será multado em R$ 957, mesmo sem apresentar sinais visíveis de embriaguez. A medida será estendida nos meses seguintes para o restante do Estado.

Atualmente no Rio Grande do Sul, apenas quem apresenta indício de embriaguez é convidado a soprar no equipamento. Com isso, a média de verificação é de um a cada 32 condutores parados nas blitze. A promessa do governo, feita após uma reunião de autoridades estaduais ligadas ao trânsito no Palácio Piratini, é de aumentar o rigor das barreiras.

O Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) deverá publicar até o dia 20 uma resolução normatizando o novo procedimento. Cada Estado pode estabelecer um padrão diferente de operação nas barreiras com base em uma avaliação jurídica mais branda ou mais rigorosa.
Fonte: ZERO HORA
Estado busca igualar experiência carioca no combate à alcoolemia

Enquanto uma comitiva de autoridades estaduais está no Rio de Janeiro conhecendo a Operação Lei Seca, as blitze da Balada Segura continuam nas madrugadas do Estado. A Operação gaúcha foi inspirada na experiência carioca, que conseguiu reduzir os acidentes em 32% nos 23 meses de funcionamento.
Em busca de resultados como esses, Detran/RS, Brigada Militar, Polícia Civil e EPTC uniram-se para realizar ações de educação e fiscalização em locais de grande concentração de bares e casas noturnas.  Desde 04 de fevereiro, as blitze nas madrugadas do litoral e da Capital já abordaram mais de 9 mil motoristas, autuaram 873, recolheram 146 veículos e 121 documentos, e flagraram 51 motoristas alcoolizados.
Este será o 4º final de semana de funcionamento da Balada Segura, que objetiva promover uma mudança comportamental no trânsito, principalmente em relação a alcoolemia .  Na visita ao Rio de Janeiro, as autoridades gaúchas acompanharam uma blitz e conheceram de perto os aspectos operacionais, administrativos e logísticos que servirão para aperfeiçoar as ações no Estado.
No Rio, transformada em política permanente, a Operação Lei Seca já salvou mais de cinco mil vidas ao longo de dois anos, segundo estatísticas do Grupamento de Socorro de Emergência (GSE) do Corpo de Bombeiros.

Fonte: Detran/RS

quarta-feira, 2 de março de 2011

Responsabilidade do exemplo

Em relação a última postagem, alguns amigos ligaram questionando meu comentário, de que poderia haver pessoas que estavam atrás da "bicicletada", que também pensaram como, ou semelhante ao indiciado pelo o atropelamento.
Não era minha intenção chocar, e sim trazer a reflexão sentimentos que temos e, que muitas vezes nos envergonhamos a tal ponto, que não conseguimos contar a ninguém!
A diferença entre o indiciado e NÓS, é no ato praticado. Enquanto pensamos, ele AGIU.
E já aproveitando a oportunidade, algo me ocorreu: o que pensa o filho do indiciado, o qual o indiciado justificou sua atitude,  em detrimento a integridade física do jovem.
O que passa pela cabeça deste jovem, que depois da atitude tresloucada do pai, que talvez seja amigo, herói,...vendo-o ser linchado moralmente, e aqui não vai se discutir as razões, apenas imaginar os reflexos de todo este turbilhão de situações na personalidade do adolescente.
Nos faz pensar em atitudes que todos nós temos no trânsito, certas ou erradas, que executamos frente aos nossos filhos e/ou crianças que ali adiante conduziram.  
Mais do que sermos responsáveis perante as Leis do código de trânsito brasileiro, nossa consciência grita para que sejamos bons exemplos aos pequenos!

Até a próxima.