sábado, 20 de setembro de 2014
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Acidentes de trânsito matam 43 pedestres por dia no Brasil
Motociclistas foram os que mais buscaram auxílio do seguro Dpvat no primeiro semestre
Parte mais frágil do trânsito, o pedestre foi o segundo tipo de vítima que mais pediu indenizações do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (Dpvat) no primeiro semestre de 2014, depois dos motociclistas. De acordo com levantamento da Seguradora Líder-Dpvat, uma média diária de 370 pedestres se envolveram em acidentes de trânsito, entre os que pediram indenização por morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas.
Foram pagas 7.806 indenizações por morte de pedestre, uma média de 43 óbitos por dia, o que corresponde a 31% dos pagamentos por morte no período. Nos casos de invalidez permanente, foram mais de 50 mil indenizações para pedestres, 20% do total de casos desse tipo que acionaram o Dpvat. O levantamento foi feito para alertar a sociedade sobre os perigos que o pedestre corre no trânsito, dentro da campanha da Semana Nacional do Trânsito, que começou nesta quinta-feira. A seguradora lançou a campanha "Viver seguro no trânsito", com informações e dicas sobre convivência pacífica. Também foi feito um vídeo com alunos de autoescola, no qual os professores simulam ensinar absurdos no trânsito. O material pode ser visto no site. O diretor de Relações Institucionais da Seguradora Líder-Dpvat, Marcio Norton, lembra que as campanhas costumam focar no motociclista, que continua sendo a principal vítima do trânsito, mas este ano a ideia é lembrar que todo mundo é pedestre em algum momento. “A gente tem chamado a atenção também que todos somos pedestres. Então, é para ter mais respeito com o pedestre, mais atenção, e também lembrar ao pedestre de se preocupar em atravessar na faixa, olhar para os dois lados, não ficar falando no celular, não se distrair. É criar uma reflexão”, disse ele. Pesquisa começará a distinguir ciclistas As estatísticas do Dpvat incluem os ciclistas junto com os pedestres, mas, de acordo com Norton, a seguradora já começou a separar os dois tipos de vítima. “Nós já começamos a fazer o levantamento. A gente cadastra várias informações, sexo, horário de acidente, faixa etária, tipo de veículo, se é motorista, passageiro ou pedestre. Mas como pedestre entra todo mundo que não estava no veículo automotor. A bicicleta ficou junto com o pedestre, mas vamos começar a medir agora, ainda é muito pouco, não tem massa crítica, o ciclista não é muito não”, comentou. Para requerer o seguro, é preciso registrar um boletim de ocorrência na polícia e procurar os postos de atendimento das seguradoras, sindicatos dos corretores de seguros ou uma agência dos Correios. Os locais podem ser consultados no site do seguro Dpvat. O benefício por morte tem o valor de R$ 13,5 mil e a indenização por invalidez permanente é de até R$ 13,5 mil. O Dpvat não discute culpa do acidente, e o valor é pago em até 30 dias após a entrega dos documentos. A vítima de acidente de trânsito ou parente da vítima tem prazo de três anos para fazer o pedido, mas, de acordo com o diretor, os pedidos têm chegado com média de 90 dias. Fonte: Agência Brasil/Correio do Povo |
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Campanha da Viagem Segura mostra acidente sem cinto de segurança
Filme será veiculado no telão da Arena do Grêmio, durante o jogo contra o Santos - Foto: Arquivo Detran/RS
A partir desta quinta-feira (18), data em que se inicia a Semana Nacional de Trânsito e o feriado Farroupilha, estará no ar o terceiro filme da Viagem Segura, operação que reúne PRF, Brigada Militar, CRBM, Polícia Civil, Detran/RS e municípios para a prevenção de acidentes nos feriados. Depois de abordar a questão do excesso de velocidade e ultrapassagem proibida, a campanha agora enfoca a importância do uso do cinto de segurança por todos os ocupantes do veículo, inclusive no banco de trás.
Criado pela agência Morya e produzido pela Zeppelin Filmes sobre briefing do Detran/RS, o filme será veiculado nas principais redes de televisão aberta. Também estará no telão da Arena do Grêmio, durante o jogo contra o Santos desta quinta-feira (18).
O novo filme segue a linha das peças já veiculadas anteriormente, nos feriados de Páscoa e Dia do Trabalho, dois dos mais violentos do ano. A ideia principal da campanha é que não é possível burlar as leis da Física, mas sim fazer escolhas inteligentes e seguras no trânsito. O tom do VT é de impacto, mostrando uma criança sendo projetada durante um acidente através do vidro dianteiro do veículo, diante do olhar dos pais, estes sim protegidos pelos respectivos cintos.
Campanhas mais realistas, que mostram com maior crueza os resultados dos acidentes de trânsito, assim como a simplicidade das atitudes que os evitam, são uma tendência internacional, inclusive em países que registram redução na acidentalidade a partir da aposta nesse estilo de comunicação, caso da Austrália.
Na sequência do filme sobre cinto de segurança, o Detran/RS apresentará mais duas peças até o final do ano, sempre durante os períodos de realização da Operação Viagem Segura. Os novos VTs tratarão de distância segura entre veículos e do uso de iluminação adequada, garantindo boa visibilidade no trânsito. Juntos, os cinco filmes contemplam as maiores causas de acidentalidade fatal nas rodovias.
Pesquisa
Uma pesquisa encomendada pelo Detran/RS para avaliar o impacto da campanha educativa da Viagem Segura apontou que 84% considera que os vídeos que mostram cenas de acidentes são mais eficientes para conscientizar o motorista. O filme do cinto de segurança, que vai ao ar nesse feriado de Farroupilha foi considerado o mais impactante dos cinco, com quase 96% dos entrevistados afirmando que os fez refletir sobre seu comportamento.
Câmara de Vereadores revoga a exigência dos 30 segundos para sinaleiras da Capital
Foram 21 votos favoráveis e quatro contrários à proposta
Com informações do repórter Samuel Vettori, da Rádio Guaíba Após um teste realizado pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), em abril deste ano e da Prefeitura perder o prazo para vetar o projeto que alterava o tempo das sinaleiras de pedestres na Capital para 30 segundos, a Câmara de Vereadores da Capital revogou nesta quarta-feira o projeto do vereador Nereu D‘Avila (PDT), que altera o Estatuto do Pedestre. Foram 21 votos favoráveis e quatro contrários à proposta que acaba com a exigência de tempo mínimo de 30 segundos para travessia em sinaleiras de pedestres e com a obrigatoriedade de construção das passarelas em avenidas com mais de duas pistas de rolamento. De acordo com o vereador, a legislação atual já garante a segurança do pedestre, já que prevê “sinalização com tempo suficiente para permitir a travessia”. Quanto às passarelas, explicou que a execução da medida exige custo elevado e redução no passeio público para que rampas de acesso sejam criadas a fim de garantir acessibilidade universal. O prefeito da Capital havia vetado a norma criada na Câmara exigindo o tempo mínimo, mas o veto foi encaminhado ao Legislativo depois do prazo limite, o que acarretou na promulgação do texto, fazendo valer a regra. Um inquérito civil instaurado pelo Ministério Público (MP) para apurar o suposto descumprimento da lei que estabelece tempo mínimo para a travessia de pedestres. Com a revogação da norma, o objeto de apuração passa a ser a necessidade ou não de ampliar o tempo de sinal verde para pedestres em sinaleiras da Capital. • Teste das sinaleiras provoca caos e EPTC considera impacto negativo • Prefeitura perde prazo de veto e sinaleiras voltarão a ficar em 30s na Capital • Tempo de 30 segundos para sinaleiras passará por análise jurídica Nereu observa que em 29 de abril de 2014 a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) realizou teste implementando, em algumas sinaleiras da Capital, os 30 segundos mínimos para pedestres sendo que, como resultado da análise do impacto da adoção da medida de forma geral, foram registradas mais de 600 reclamações pelos fones 156 e 118, relativas às ocorrências de trânsito e aos atrasos nas linhas de ônibus, lotações e táxis. "É importante compreender que o sistema semafórico se constitui de redes de sincronismo, que, ajustadas entre elas, gerenciam a mobilidade dos diferentes modais de trânsito. Dessa forma, os conjuntos semafóricos funcionam em rede e não de forma isolada, não podendo ser assim considerados." Quanto às passarelas, o autor do projeto explica que a execução de tal medida deveria observar rampas de acesso para pessoas com deficiência física, as quais, logicamente, tendem a utilizar considerável área do passeio público, que, conforme regramento vigente, já deve observar uma faixa de 1,50m. Conforme Nereu, nesse formato, a implementação pretendida, além de demandar investimento financeiro elevado, suprimiria considerável área do passeio público e das ciclovias existentes, demandando o remanejamento de redes elétricas. "Deve-se atentar para a necessidade de, na construção de passarelas, se observar uma declividade máxima de 8%, o que implica a necessidade de rampas de acesso com extensão mínima ou, ainda, inviáveis em face do espaço físico existente em diversas vias e passeios públicos." Fonte: Correio do Povo e Rádio Guaíba |
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Operação com múltiplos radares aumenta em 150% flagras por excesso de velocidade
Balanço do primeiro mês da operação foi
divulgado nesta terça-feira (16)
Galeria de imagens
1 / 3
Balanço da Operação Hermes foi divulgado nesta terça-feira (16)
Foto: Divulgação / Polícia Rodoviária Federal
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou nesta terça-feira (16)
o balanço do primeiro mês da Operação Hermes. A ação consiste
na utilização de múltiplos radares fotográficos em trechos das
rodovias federais gaúchas em que ocorrem os acidentes mais graves.
A operação iniciou no dia 18 de agosto.
o balanço do primeiro mês da Operação Hermes. A ação consiste
na utilização de múltiplos radares fotográficos em trechos das
rodovias federais gaúchas em que ocorrem os acidentes mais graves.
A operação iniciou no dia 18 de agosto.
Segundo a PRF, nas quatro primeiras semanas, o número de
autuações por excesso de velocidade aumentou 150%. Em 2013,
foram 13.736 autuações, contra 34.426 neste ano, no período de
18 de agosto a 14 de setembro.
autuações por excesso de velocidade aumentou 150%. Em 2013,
foram 13.736 autuações, contra 34.426 neste ano, no período de
18 de agosto a 14 de setembro.
O total de acidentes diminuiu quase 15%, enquanto o número de
feridos reduziu 22%. O primeiro mês da Operação Hermes também
reduziu em 10% o número de mortes em acidentes nas rodovias
federais do Estado.
feridos reduziu 22%. O primeiro mês da Operação Hermes também
reduziu em 10% o número de mortes em acidentes nas rodovias
federais do Estado.
Operação Hermes
A Operação Hermes prevê o uso de múltiplos radares fotográficos
em trechos específicos das rodovias federais gaúchas. O objetivo é
coibir a prática de alguns motoristas que reduzem a velocidade
apenas quando observam um radar e voltam a acelerar quando
ultrapassam a fiscalização.
em trechos específicos das rodovias federais gaúchas. O objetivo é
coibir a prática de alguns motoristas que reduzem a velocidade
apenas quando observam um radar e voltam a acelerar quando
ultrapassam a fiscalização.
Fonte: Rádio Gaúcha
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
38% das mortes por atropelamento são causadas por ônibus na Capital
Dados consolidados de 2013 mostram participação expressiva de coletivos em fatalidades — só neste mês, duas pessoas foram vítimas
A vítima estava acompanhada da filha e do sobrinhoFoto: Lauro Alves / Agencia RBS
O sinal estava amarelo quando Fátima dos Santos, 52 anos, a filha e o sobrinho decidiram atravessar a Avenida João Pessoa, em Porto Alegre. Mesmo na faixa de segurança, o trio acabou atropelado por um ônibus. Fátima morreu no local, a filha ficou ferida e o sobrinho quebrou a clavícula.
O acidente, que aconteceu no feriado de 7 de setembro, foi seguido por um caso semelhante. Quatro dias depois, outro pedestre morreu atropelado por um coletivo na Capital. As ocorrências deste mês serão somadas a uma estatística alarmante: coletivos têm alta participação nas mortes de pedestres.
O acidente, que aconteceu no feriado de 7 de setembro, foi seguido por um caso semelhante. Quatro dias depois, outro pedestre morreu atropelado por um coletivo na Capital. As ocorrências deste mês serão somadas a uma estatística alarmante: coletivos têm alta participação nas mortes de pedestres.
Em 2013, ônibus e lotações foram responsáveis por 38% dos atropelamentos com morte em Porto Alegre. Neste ano, até julho, sete pessoas morreram atropeladas por coletivos na capital gaúcha — o que diminui o percentual para 22%.
Os dados preliminares de 2014 sugerem redução: entre janeiro e julho de 2013, haviam sido 12 mortes, contra as sete atuais. Porém, não contabilizam as mortes mais recentes. Ainda assim, o percentual na Capital supera o de São Paulo, onde os veículos de transporte coletivo causaram 20% das mortes por atropelamento no último ano.
Acidentes matam 10 pessoas nas rodovias gaúchas no final de semanaPedestre morre atropelado na BR-290, em Porto Alegre
Nos últimos anos, a curva vem sendo de crescimento. Dados da Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC) mostram que as mortes por atropelamento causadas por ônibus e lotações em Porto Alegre quase dobraram entre 2011 e 2013, passando de 11 para 19.
Acidentes matam 10 pessoas nas rodovias gaúchas no final de semanaPedestre morre atropelado na BR-290, em Porto Alegre
Nos últimos anos, a curva vem sendo de crescimento. Dados da Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC) mostram que as mortes por atropelamento causadas por ônibus e lotações em Porto Alegre quase dobraram entre 2011 e 2013, passando de 11 para 19.
No período, 149 pessoas perderam a vida vítimas de atropelamento em Porto Alegre, 45 delas devido a ocorrências com ônibus, o que representa 30% do total. Em São Paulo, onde 1.387 pessoas morreram atropeladas nos últimos três anos, 296 mortes foram causadas por coletivos, 21% do total de ocorrências.
Conforme o secretário de Mobilidade Urbana e diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, a maioria dos atropelamentos com morte causados por ônibus é registrada fora dos corredores destinados aos veículos.
— Entre as ocorrências que acontecem nos corredores, analisamos que a maioria ocorre dentro das estações de embarque e desembarque, onde a possibilidade de manobra do motorista é restrita. Ou ele joga o ônibus para a estação, podendo causar danos a outros pedestres, ou para o muro — comenta Cappellari.
O coordenador do setor de Educação para o Trânsito da EPTC, Juranês Castro, afirma que o comportamento de risco de alguns pedestres contribui para o crescimento dos atropelamentos. Segundo ele, há pessoas que atravessam fora das faixas de segurança e não aguardam o sinal de permitida a travessia.
— Conforme o levantamento do grupo de estudos de acidentes da EPTC, cada vez mais é apontado o uso de medicamentos que alteram as capacidades psicomotoras pelos envolvidos nas ocorrências, o que seria outro fator de risco. Um simples medicamento para dor de cabeça, que pode causar sonolência, altera nossa capacidade de atenção no trânsito. Usar fones de ouvido também aumenta a distração — explica o coordenador.
Para que os atropelamentos por veículos coletivos diminuam em Porto Alegre, a EPTC participa da implantação de programas de redução de acidentes nas empresas de transporte, e pretende intensificar o trabalho de direção defensiva fora dos corredores de ônibus, além de seguir com a fiscalização da velocidade.
— Entre as ocorrências que acontecem nos corredores, analisamos que a maioria ocorre dentro das estações de embarque e desembarque, onde a possibilidade de manobra do motorista é restrita. Ou ele joga o ônibus para a estação, podendo causar danos a outros pedestres, ou para o muro — comenta Cappellari.
O coordenador do setor de Educação para o Trânsito da EPTC, Juranês Castro, afirma que o comportamento de risco de alguns pedestres contribui para o crescimento dos atropelamentos. Segundo ele, há pessoas que atravessam fora das faixas de segurança e não aguardam o sinal de permitida a travessia.
— Conforme o levantamento do grupo de estudos de acidentes da EPTC, cada vez mais é apontado o uso de medicamentos que alteram as capacidades psicomotoras pelos envolvidos nas ocorrências, o que seria outro fator de risco. Um simples medicamento para dor de cabeça, que pode causar sonolência, altera nossa capacidade de atenção no trânsito. Usar fones de ouvido também aumenta a distração — explica o coordenador.
Para que os atropelamentos por veículos coletivos diminuam em Porto Alegre, a EPTC participa da implantação de programas de redução de acidentes nas empresas de transporte, e pretende intensificar o trabalho de direção defensiva fora dos corredores de ônibus, além de seguir com a fiscalização da velocidade.
Fonte: Zero Hora
domingo, 14 de setembro de 2014
Aprenda a transportar seu pet com segurança
Equipamentos de segurança não são obrigatórios, mas podem evitar que o animal de estimação se machuque
Foto: Diego Vara / Agencia RBS
O cinto de segurança que prendia Mike, um pug de um ano e três meses, o salvou de possíveis fraturas depois que sua dona, a comerciária Diana Ramos, 25 anos, capotou o carro que dirigia em Florianópolis, em Santa Catarina, no domingo. Embora autoridades fiscalizadoras defendam o uso de equipamentos de segurança para o transporte de animais de estimação, a legislação de trânsito brasileira não prevê, para os motoristas, a obrigatoriedade destes cuidados com os pets.
— Não existem leis para isto. A gente recomenda que os animais sejam carregados dentro de uma caixa apropriada. Eles são imprevisíveis. Podem pular do carro, caso a janela esteja aberta, ou atrapalhar o motorista — explica o assessor da gerência de fiscalização da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Daniel Denardi.
Os únicos artigos que tratam do transporte de animais no Código de Trânsito Brasileiro proíbem apenas que os motoristas carreguem pets no colo ou na parte externa do veículo — como em caçambas de camionete, por exemplo. No primeiro caso, a multa aplicada é de R$ 85,13, além de quatro pontos na carteira de habilitação. No segundo, o condutor tem de pagar R$ 127,69 e recebe cinco pontos no documento.
No mercado pet, o equipamento mais básico e barato é o cinto de segurança, que deve ser preso à coleira ou peiteira do animal e fixado no próprio engate entre os bancos do carro. O acessório, o mesmo utilizado por Mike no acidente do final de semana, custa de R$ 30 a R$ 45, em média.
— Se o animal estiver solto dentro do carro numa frenagem, pode ser lançado para fora e vir a óbito. Dentro do veículo, pode sofrer fraturas e cortes com o impacto— salienta a veterinária Carine Deresi.
Há outros acessórios que também podem auxiliar na segurança do pet na hora do transporte. As opções variam entre caixas e até bolsas protetoras que se parecem com cadeirinhas de bebê — as duas têm de ser presas ao banco com o cinto do carro. Na hora da compra, vale levar em consideração o tamanho do animal de estimação.
— Para os gatos, que se agitam com mais facilidade e entram em baixo dos bancos, é recomendado que sejam presos nas caixas transportadoras — afirma Marione Pinheiro, empresária e sócia da petshop Mundo Animal.
Veja as opções mais utilizadas:
Raças de grande porte: 
As caixas transportadoras são ideais para os donos que têm camionetes e cães grandes _ labrador, dálmata e boxer, por exemplo. Como os animais não podem ser transportados soltos na caçamba, a caixa garante a segurança deles. Preço: de R$ 500 a R$ 1 mil.
Raças de médio e pequeno porte: 
Para os cães que não resistem às janelas dos carros, as bolsas protetoras são uma boa alternativa. Ajustadas à altura do vidro, permite que os pets fiquem mais à vontade, mas continuem seguros. Preço: de R$ 160 a R$ 230.
Todos os tamanhos
Cintos de segurança também protegem os cães de todos os tamanhos. Preço: entre R$ 30 e R$ 45.
Gatos 
Para gatos, é recomendado o uso de caixas de transporte pequenas. Preço: de R$ 160 a R$ 300
O que a legislação diz:
— Não há leis sobre equipamentos de segurança no transporte de animais de estimação dentro do carro.
— O Código de Trânsito Brasileiro proíbe apenas que o motorista carregue o pet no colo (multa de R$ 85,13 e quatro pontos na habilitação).
— Também não é permitido transportar animais em caçambas de camionetes (multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira)
Fonte: Zero Hora
Assinar:
Postagens (Atom)