quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Câmbio automático consome mais combustível?

Descubra se a opção influencia ou não na eficiência do automóvel

Se você dirige, certamente já deve ter ouvido falar sobre o mito de que o câmbio automático dos veículos consome mais combustível do que o câmbio manual. Para esclarecer essa duvida, o Pense Carros consultou o especialista Alessandro Rubio, do CESVI Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária).
Existe diferença?Até a década de 90, a maioria dos veículos automáticos possuía apenas quatro marchas. Ao serem comparados com seus modelos idênticos, porém equipados com câmbio manual de cinco marchas, ficavam em desvantagem no quesito eficiência.  “Antigamente um sedã médio com câmbio automático de quatro marchas, chegava a gastar 7,5 quilômetros por litro, enquanto que o mesmo modelo com câmbio mecânico desempenhava nove quilômetros por litro, ou seja, cerca de 20% a mais do que a versão manual”, explica Rubio.

câmbio automático gasta mais combustível que o manual? - 12/09/2013

















Segundo o especialista, na última década os câmbios automáticos foram modernizados, recebendo não só o mesmo número de marchas da opção manual, como também tecnologias avançadas que tornaram a diferença de consumo entre as duas opções, quase inexistente. Um exemplo de tecnologia avançada nesse segmento é o câmbio de dupla embreagem com sistema robotizado ou DSG (Direct-Shift Gearbox), que equipa grande parte dos veículos premium, das principais marcas do mercado. 

O sistema DSG, mesmo sendo automático, torna possível a troca de marchas no modo manual. “As duas embreagens atuam de diferentes formas: uma delas é acionada apenas para marchas ímpares e a outra para as pares, o que garante maior agilidade na troca, e assim, maior economia de combustível”, explica Rubio.

Outras influênciasMesmo que os diferentes tipos de câmbio da atualidade ofereçam as mesmas condições de eficiência, outros fatores, como o modo de condução do motorista e o tipo de percurso realizado, também influenciam diretamente no desempenho. 

Confira dicas do especialista para economizar combustível

- Câmbio mecânico:
 “Para otimizar o consumo de combustível, o motorista não deve esticar as marchas, fazendo a troca entre 2.500 e 3 mil giros, ou seja em baixa rotação”, explica o especialista. Outra recomendação importante para diminuir o consumo é a escolha de um carro compatível com o estilo de vida e a necessidade do motorista. “Às vezes, o motorista precisa de um carro com maior potência para realizar percursos mais difíceis, mas ao usar um carro com motor 1.0pode acabar gastando muito mais combustível”, alerta.

- Câmbio automático:
 “Para aperfeiçoar ao máximo a eficiência do câmbio automático, evite as arrancadas/acelerações bruscas e a troca de marchas com giros altos”. Para saber qual é a faixa de rotação ideal para a troca de marcha do seu veículo, consulte o manual do proprietário ou busque mais informações na concessionária.

Leia mais
>> Confira dicas para evitar surpresas com a manutenção do câmbio automático
 
fonte: PENSE CARROS

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Cai número de vítimas fatais no trânsito em agosto


Pela primeira vez no ano houve uma redução no número de vítimas fatais no trânsito da Capital. O mês de agosto encerrou com oito mortes, três a menos (11) que o mesmo período do ano passado (menos 27,27%). Diminuíram, também, os acidentes, em 6,76%,1.946 a 2.087; menos 11,03% em feridos (702 a 789); redução de 11,76% em atropelamentos (120 a 136); e queda de 32,78% em acidentes com motos (322 a 479).

No total geral, o número de mortes no trânsito está mais elevado em relação a 2012, com 81 vítimas fatais contra 68 nos oito primeiros meses do ano passado (19,12%). Reduziram os acidentes em 1,96% (14.730 a 15.024); menos 5,78% em feridos (5.652 a 5.999); queda de 4,73% em atropelamentos (927 a 973); e menos 6,34% em acidentes com motos (3.326 a 3.551).
O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, comenta sobre a redução dos conflitos fatais em agosto. “Intensificamos nossas ações de fiscalização nos corredores de ônibus e nas principais vias da cidade, com a participação também dos agentes de educação, envolvendo igualmente os pedestres, além de medidas em engenharia de tráfego. Avançamos nesta missão diária de reduzir a acidentalidade, mas temos muito ainda o que fazer nestes últimos quatro meses do ano, com a colaboração de toda a população”, projeta Cappellari.

Fonte: EPTC

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Quase 40 mil motoristas estão

com habilitação suspensa no 

Rio Grande do Sul

Outros 3 mil condutores sofrem processo que pode resultar

 na cassação do documento



Foto: Polícia Rodoviária Federal  / Divulgação
João Dienstmann - joao.dienstmann@rdgaucha.com.br - joaodienstmann
Um levantamento realizado pelo Detran do Rio Grande do Sul aponta que cerca de 38 mil motoristas estão com o direito de dirigir suspenso. Pela lei, além de entregar o documento, o motorista é obrigado a passar por um processo de reciclagem. A suspensão ocorre quando o motorista atinge a pontuação máxima, de 20 pontos no período de 12 meses, ou quando comete uma infração de trânsito que prevê o recolhimento da carteira de motorista, como dirigir embriagado ou trafegar em velocidade 50% acima do permitido na via. Além disso, três mil motoristas estão sendo processados e podem ter o direito de dirigir cassado. Nestes casos, os condutores precisam passar por todo o processo novamente para que recebam a nova permissão. Anderson Barcelos, chefe da divisão de cassação e suspensão de condutores do Detran-RS, ressalta que os condutores serão notificados para responder judicialmente pelos crimes até o mês que vem.

- A previsão é de que até outubro os três mil processos sejam instaurados e os condutores devidamente notificados para que possam se defender - afirmou.

O levantamento de quantos motoristas já entregaram o documento deve ser divulgado nos próximos dias. Na manhã desta segunda-feira, o jogador do Internacional Gabriel foi autuado por dirigir com a carteira de habilitação suspensa devido excesso de pontos. Ele teve nove multas de 22 de julho a 23 de agosto, todas por excesso de velocidade na Av. Beira-Rio. O jogador teve a carteira de habilitação cassada em 12 de junho de 2009, em Pernambuco. Gabriel teve o carro foi guinchado.
Fonte: Rádio Gaucha

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Novo vídeo do "Parada - Pacto Nacional Pela Redução de Acidentes" - Um Pacto Pela Vida.

Personalidades do meio artístico e esportivo aderem à campanha permanente de trânsito



A cerimônia de lançamento da nova campanha permanente de conscientização no trânsito, que faz parte do Pacto Nacional pela Redução de Acidentes - Parada: Um Pacto pela Vida – contou com a participação de diversos artistas e esportistas que, junto com o Governo Federal, abraçaram a causa.
Parada, lançado em maio de 2011, é a resposta do Brasil à Organização das Nações Unidas, que instituiu o período de 2011-2020, como “Década de Ações de Segurança no Transito”. O objetivo é reduzir em 50% os acidentes no mundo.
Uma das celebridades presentes no evento foi o apresentador do programa CQC, Marcelo Tas, que ressaltou a importância da reflexão sobre crimes de trânsito que envolva a embriaguez ao volante. “É fundamental estarmos engajados nessas ações. Isso faz com que a população também acredite na causa. A sociedade só acredita naquilo que ela vê que é verdadeiro. Por isso, estamos aqui, para provar que o Pacto pela Vida é algo sério e fundamental para revertermos esse quadro”, ressaltou.
Atualmente, ele apoia, também, a campanha “Não foi acidente”. Após o evento, ele autografou a camiseta oficial do Parada e agradeceu o convite do ministro Aguinaldo Ribeiro. “Estou aqui hoje, no Palácio do Planalto, a convite do Ministro das Cidades, para algo que eu acredito muito que é a conscientização pela redução de acidentes. Estou muito honrado em participar dessa campanha e vamos todos aderir a esse Pacto pela Vida. Eu e o programa CQC estamos juntos nessa”, afirmou.
Outra personalidade que aderiu ao Parada foi a cantora Paula Fernandes. Ela se colocou à disposição para participar das ações que serão desenvolvidas: “Eu sei que uma das minhas funções é levar essa mensagem para o meu público também”, disse.
Muito sensibilizada com a campanha, a cantora destacou a importância da mobilização contra o alto índice de mortalidade no trânsito. “Eu viajo muito por esse Brasil e, sei como é. Já passei por algumas situações muito difíceis e complicadas. Por isso, eu acredito que é uma questão de educar os filhos, e de uma educação que começa em casa”, observou.
Paula Fernandes acredita que se todo mundo fizer a sua parte é possível atingir a meta de reduzir em 50% os acidentes no país. “Depende da gente. Se cada um fizer a sua parte pequena, eu sei que no final teremos um resultado excelente”, afirmou a cantora.
Representando os atletas, estiveram presentes os ex-jogadores de vôlei Virna e Nalbert. “Vamos ter consciência e criar responsabilidade no trânsito. Como foi falado aqui hoje, é um Airbus por dia de gente que morre nas estradas do Brasil. Vamos unir forças para diminuir esses números e várias vidas poderão ser poupadas. Esse é realmente um grande pacto e uma grande campanha. Eu espero que as pessoas se conscientizem da importância de dar certo”, destacou Nalbert.
As personalidades fizeram parte da comissão de frente do lançamento da campanha, juntamente com a presidenta Dilma Rousseff; o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro; a ministra chefe da Casa Civil, Gleisy Hoffman; o campeão Emerson Fittipaldi; e a atriz Ciça Guimarães. Eles assinaram o livro de adesão do Parada e conversaram com a imprensa, após a cerimônia, sobre a importância dessa grande mobilização nacional, em prol da redução do número de mortos não trânsito.
Veja na página do Parada o vídeo gravado com Marcelo Tas sobre a adesão à campanha.
Karoline Souza
Assessoria de Comunicação Social
Ministério das Cidades

Fonte: Denatran

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Porto Alegre tem sete novas estações de aluguel de bicicletas

Ao todo, Capital tem 35 pontos espalhados pela cidade

Capital tem  35 estações e 350 bikes disponíveis<br /><b>Crédito: </b> Ivo Gonçalves / PMPA / CP
Capital tem 35 estações e 350 bikes disponíveis
Crédito: Ivo Gonçalves / PMPA / CP
A partir deste sábado, Porto Alegre conta com mais sete estações de bicicleta, o sistema de aluguel BikePoa. Os novos pontos ficam na rua Cabral com São Manoel; Mostadeiro com Goethe; Parcão (rua Comendador Caminha); Praça da Encol (próximo a rua Passo da Pátria); rua Rômulo Telles Pessoa, próximo da praça André Forster; rua Botafogo com Getúlio Vargas; e av. Chuí com Icaraí.

Com isso, o sistema de bicicleta públicas terá 35 estações e 350 bikes disponíveis. A previsão da prefeitura da Capital é ter 40 estações e 400 bicicletas até o final de novembro deste ano. “As laranjinhas são um sucesso. E o que chama a atenção é que as pessoas estão utilizando as bicicletas não somente para lazer, mas também para deslocamentos diários”, afirmou o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari.

Como usar as bicicletas públicas

Para utilizar o sistema de bicicletas públicas de aluguel, o usuário deve informar o número do cartão de crédito. Há três maneiras de habilitar o passe do BikePoa: via celular convencional por portal de voz (fone 51 4063-7711), celular do tipo smartphone (via aplicativos do iPhone e Android) ou pelo site do BikePoa. O valor do passe mensal é R$ 10 e o diário R$ 5, podendo utilizar o sistema durante todo o dia, das 6h às 22h, nas duas modalidades.

As viagens devem ser realizadas em até uma hora. Após esse tempo, há um intervalo de 15 minutos para possibilitar outras viagens, com a mesma ou outra bicicleta. O objetivo é dar rotatividade e manter as estações com bicicletas para todos os usuários.

Lista dos locais das estações do BikePoa:

1. Mercado Público
2. Praça da Alfândega
3. Casa de Cultura
4. Usina do Gasômetro
5. Câmara Municipal
6. Escola Técnica Parobé
7. Casa do Estudante (av. André da Rocha)
8. Largo Zumbi dos Palmares
9. Redenção-UFRGS
10. Região dos Tribunais (av. Aureliano Figueiredo Pinto)
11. Shopping Praia de Belas
12. Menino Deus (rua José de Alencar)
13. Barra Shopping
14. Ginásio Tesourinha
15. Planetário (av. Ipiranga)
16. Terminal Azenha
17. Hospital de Clínicas
18. Joaquim Nabuco com José do Patrocínio
19. Redenção (nas imediações do posto policial)
20. Diário de Notícias com Wenceslau Escobar
21. Museu Iberê Camargo
22. Rua José de Alencar (próximo a Gonçalves Dias)
23. Ipiranga com João Guimarães
24. Rua Botafogo (esquina com Rafael Saadi)
25. Rua República (esquina com Comendador Batista)
26. Parque Harmonia (rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 300)
27. Rua Santana (esquina com Venâncio Aires)
28. Praça da Matriz (em frente ao Theatro São Pedro)
29. Rua Cabral com São Manoel
30. Mostadeiro com Goethe
31. Parcão (rua Comendador Caminha)
32. Praça da Encol (próximo a rua Passo da Pátria)
33. Rua Rômulo Telles Pessoa, na praça André Forster
34. Rua Botafogo com Getúlio Vargas
35. Av. Chuí com Icaraí

 


Fonte: Correio do Povo
A circulação de veículos puxados por cavalos deve ser extinta em Porto Alegre até junho de 2015Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS


Lei que retira carroças das ruas da Capital começa a valer no domingo

Primeira fase da iniciativa abordará de forma educativa em alguns trechos

André Amaral, Especial
Lei que retira carroças das ruas da Capital começa a valer no domingo Ronaldo Bernardi/Agencia RBS
O trânsito com o som de passos e trotes dos cavalos deve começar a mudar no domingo na Capital.
Isso porque entra em vigor em setembro a lei que determina a retirada das carroças da ruas. Por enquanto, a circulação será limitada na chamada Zona 1, que compreende as avenidas Beira-Rio, Ipiranga, Antônio de Carvalho e Bento Gonçalves, até Viamão.
Durante um mês, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) fiscalizará de forma educativa, orientando carroceiros sobre a mudança. Já a partir de outubro, quem for pego pode levar multa. A retirada total está prevista para o começo de 2015.
Para não impactar na renda de quem vive do recolhimento de materiais recicláveis com carroças, a prefeitura, a partir do Programa de Inclusão Produtiva na Reciclagem — Todos Somos Porto Alegre, pretende beneficiar famílias de carroceiros, catadores, carrinheiros e demais pessoas que trabalham em unidades de triagem. A partir de outubro, os veículos serão recolhidos, mas o proprietário cadastrado será indenizado.
A Capital recebeu R$ 9 milhões do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) para executar a iniciativa, e entrou com outros R$ 9 milhões de contrapartida. O coordenador do programa, Fernando Mello, explica que a ação estava prevista, inicialmente, para março, mas que foi necessário um período maior para preparar os carroceiros. Além disso, havia dificuldades na conclusão de Unidades de Triagem para absorver esses trabalhadores. Hoje, 1.102 estão cadastrados.
— Quem decidir entregar o veículo será indenizado. Também oferecemos cursos de qualificação, nos quais o beneficiado ganhará bolsa de um salário mínimo (R$ 678) por mês, devendo ter 75% de presença — explica.
Trabalhadores podem migrar para outros bairros da cidade
Como a cidade ainda irá permitir a circulação em outros pontos, é provável que outros locais tenham maior número de carroças.
— Eles devem migrar para outros bairros. Mas já percebemos uma mudança de cultura. Há um bom número de carroceiros que conseguiram adquirir veículos para continuar o trabalho, já que estavam se preparando para absorver a lei há cerca de um ano e meio. Outros preferiram deixar a adaptação para depois e continuar o trabalho normalmente — conta Mello.
Como a classe vai viver a partir de domingo não é algo muito claro para Venâncio Francisco de Castro, presidente da Associação dos Moradores, Carroceiros e Papeleiros da Ilha Grande dos Marinheiros. De acordo com ele, os projetos da prefeitura existem aos montes, mas não saem do papel:
— A lei é contraditória e não é amparada pela legislação federal. Promessas foram feitas, como o galpão de reciclagem na Voluntários da Pátria, que não saiu. Recebemos semana passada a informação de que os cursos profissionalizantes estão abertos, mas não podemos sair daqui com tanta água. Só se vierem nos buscar de barco. Os outros cursos foram pela metade. Como o de massa caseira, por exemplo, que durou uma semana e só teve um dia de prática. Assim não adianta.
Por outro lado, Castro admite a necessidade de adaptação:
— Vamos ter de nos adaptar. Algumas famílias com mais condições e outros carroceiros se uniram e compraram Kombi ou outro veículo para fazer a coleta. Mas quem não tem vai ter de fazer outra coisa.
EPTC estará de olho
Setembro será um mês de abordagem a quem estiver trabalhando puxado pelo cavalo. O diretor presidente da EPTC, Vanderlei Capellari, explica que serão dias de orientações educativas aos carroceiros.
— Os agentes informarão sobre como os trabalhadores poderão ser integrados ao programa. Os animais entregues vão para doação — explica.
Em outubro, também está previsto que quem for pego em cima da carroça na Zona 1 terá de pagar multa.
Capellari diz que hoje são 1,6 mil carroceiros cadastrados pela EPTC, mas já observa escassez da atividade nas ruas da Capital.
— É raro encontrar carroça. Se vê mais nas ilhas e no extremo sul.
Sofrem os carroceiros com a vulnerabilidade social e, por consequência, os cavalos. A presidente da ONG Chicote Nunca Mais, Fair Soares, relata algumas situações de maus tratos que se manifestam por simples falta de conhecimento.
— Eles não têm acesso a veterinários para que possam ser educados corretamente. Por isso, julgam que os cavalos têm problemas de rins e dão diuréticos. Sem falar que costumam dar injeções de óleo diesel quando o bicho cai por estar doente, já que assim eles levantam de tanta dor — diz.
Fair observa que o problema também está na própria condição social dos carroceiros:
— Na Ilha Grande dos Marinheiros, onde a maioria mora, vivem no meio do chorume, em meio a bactérias. É uma situação crítica, em que não são cuidados pelo governo e, por sua vez, não cuidam dos animais. Mas o carroceiro o faz porque precisa trabalhar.
A restrição de circulação, por etapas
> A partir de março de 2014, a restrição será aplicada às regiões Eixo Baltazar, Leste, Nordeste, Noroeste, Norte.
> Em março de 2015, Humaitá e Navegantes.
> Em junho de 2015, Arquipélago e Centro.
O CADASTRO
> A adesão ao Programa Todos Somos Porto Alegre é permitida a condutores de veículos de tração humana (chamados "carrinheiros"), carroceiros e trabalhadores que atuam com materiais recicláveis. O cadastramento deve ser feito junto ao Centro Administrativo Regional (CAR) da região de domicílio do trabalhador.
fonte: ZERO HORA